Boa tarde a todos!
Tudo bem?
Hoje vivi mais uma aventura no metro do Porto. Novamente me deparei com atitudes antagónicas: egoísmo e indiferença vs generosidade e entreajuda!
As elevadas temperaturas e a falta de refrigeração levam a que o elevador de exterior da estação de metro dos combatentes avarie. Ao chegar à estação de metro estranhei a ausência de pessoas junto ao elevador uma vez que é vulgar eu nem sequer ter espaço para entrar dado o aglomerado de pessoas... De facto o elevador estava avariado e as pessoas encaminharam-se para as escadas rolantes, eu e a pessoa que me acompanhava ficamos sozinhas na plataforma, informamos a central da avaria e aguardamos pelo veiculo seguinte onde viria alguém para nos ajudar, mais um "Anjo da Guarda" como gosto de chamar a estas Pessoas excepcionais! Neste caso foram dois Anjos da Guarda, um segurança e um civil que, arriscando a sua saúde e em determinado momento até a vida, tornaram realidade algo que parecia quase impossível: subir quatro lanços de escadas rolantes com uma cadeira de rodas.
Na verdade, o egoísmo, comodismo, indiferença de uns contrasta com a generosidade, sensibilidade audácia, altruísmo, bondade de outros! São momentos destes que me fazem gostar de Pessoas, ter fé no Ser Humano e na sua capacidade de se reinventar e de fazer cada dia mais e melhor! Acredito que o Amor é a Chave Mestra para sermos Melhores Pessoas!
Muito Obrigada aos meus Anjos da Guarda!
Aproveito para apelar à administração da Metro do Porto para que este problema técnico, que persiste há muito tempo, seja resolvido o quanto antes porque, se para quem caminha existem alternavas inócuas à saúde, para Pessoas em cadeira de rodas manual, canadianas ou carrinhos de bebé as alternativas são arriscadas para os próprios e para quem auxilia. Por outro lado, para quem se desloca em cadeira de rodas eléctrica não existe alternativa.
Muito obrigada pela atenção!
Até breve
domingo, 19 de agosto de 2018
terça-feira, 24 de julho de 2018
Um ponto de viragem
Bom Dia!
Como estão?
Muitas vezes faço aqui a analogia entre um livro e a vida. À medida que vamos concluindo etapas importantes da nossa vida, terminamos um capítulo, na expectativa de iniciar o seguinte.
Pois bem, eu terminei mais uma etapa, uma etapa de 15 anos de ensino obrigatório, salto agora em frene para uma nova realidade: nem melhor, nem pior... Diferente! Não me atrevo a avaliar comparativamente uma realidade que ainda me é desconhecida.
Colocando tudo isto em perspectiva, permitam-me estabelecer a dita analogia entre a vida e, não só um livro, mas uma colecção sem número pré-defendo de livros. Termino agora o primeiro, escrito a muitas mãos, muitas pessoas que me ajudaram a escrevê-lo e que contribuíram para que me tornasse a pessoa que hoje sou. Dirijo um "Muito obrigada" a todos e a cada um, bem haja!
Passei por três estabelecimentos de ensino, de cada um deles trouxe boas memórias e amigos para a vida! Estarei sempre grata pelo carinho e acolhimento demonstrado!
8 destes 15 foram passados na Escola Secundária Aurélia de Sousa. No último dia de aulas muitos foram os abraços, as lágrimas, a saudade e a nostalgia... Dia 12, em que fui ver as notas dos exames, último dia efectivo como aluna daquela casa, também os abraços, as lágrimas, a saudade e a nostalgia da despedida, se sucederam! Gostaria de me ter despedido de cada pessoa individualmente mas nessa impossibilidade, deixei uma nota no jornal da escola em que sempre colaborei. É essa nota que agora partilho convosco:
Não posso terminar este texto sem dirigir o meu Bem-haja a todas as Pessoas envolvidas no resgate das 12 crianças na Tailândia!
Muito obrigada! Até Sempre!
Como estão?
Muitas vezes faço aqui a analogia entre um livro e a vida. À medida que vamos concluindo etapas importantes da nossa vida, terminamos um capítulo, na expectativa de iniciar o seguinte.
Pois bem, eu terminei mais uma etapa, uma etapa de 15 anos de ensino obrigatório, salto agora em frene para uma nova realidade: nem melhor, nem pior... Diferente! Não me atrevo a avaliar comparativamente uma realidade que ainda me é desconhecida.
Colocando tudo isto em perspectiva, permitam-me estabelecer a dita analogia entre a vida e, não só um livro, mas uma colecção sem número pré-defendo de livros. Termino agora o primeiro, escrito a muitas mãos, muitas pessoas que me ajudaram a escrevê-lo e que contribuíram para que me tornasse a pessoa que hoje sou. Dirijo um "Muito obrigada" a todos e a cada um, bem haja!
Passei por três estabelecimentos de ensino, de cada um deles trouxe boas memórias e amigos para a vida! Estarei sempre grata pelo carinho e acolhimento demonstrado!
8 destes 15 foram passados na Escola Secundária Aurélia de Sousa. No último dia de aulas muitos foram os abraços, as lágrimas, a saudade e a nostalgia... Dia 12, em que fui ver as notas dos exames, último dia efectivo como aluna daquela casa, também os abraços, as lágrimas, a saudade e a nostalgia da despedida, se sucederam! Gostaria de me ter despedido de cada pessoa individualmente mas nessa impossibilidade, deixei uma nota no jornal da escola em que sempre colaborei. É essa nota que agora partilho convosco:
Não posso terminar este texto sem dirigir o meu Bem-haja a todas as Pessoas envolvidas no resgate das 12 crianças na Tailândia!
Muito obrigada! Até Sempre!
sexta-feira, 29 de junho de 2018
Pela voz de Mariza
Boa noite!
Tudo bem?
Hoje partilho convosco um dos mais recentes temas de Mariza: "Quem me dera". Esta música faz-me recordar uma noite muito bem passada, no Concerto da Mariza no Coliseu do Porto, em muito boa companhia!
" Quem me dera, abraçar-te no outono, verão e primavera"
Eu adoro dar um bom Abraço àqueles que amo! Tento não deixar de o fazer porque já me apercebi da efemeridade desta viagem, contudo, por vezes a vida a troca-nos as voltas... Por isso, de alguma forma, faço minhas as palavras de Mariza! Também ela nos recorda, noutro dos seus temas, que "o tempo não pára", a vida segue e não espera pela gente, devemos caminhar sem medo de errar e nunca deixar de dizer e demonstrar o amor pelo outro!
Muito obrigada!
Tudo bem?
Hoje partilho convosco um dos mais recentes temas de Mariza: "Quem me dera". Esta música faz-me recordar uma noite muito bem passada, no Concerto da Mariza no Coliseu do Porto, em muito boa companhia!
Eu adoro dar um bom Abraço àqueles que amo! Tento não deixar de o fazer porque já me apercebi da efemeridade desta viagem, contudo, por vezes a vida a troca-nos as voltas... Por isso, de alguma forma, faço minhas as palavras de Mariza! Também ela nos recorda, noutro dos seus temas, que "o tempo não pára", a vida segue e não espera pela gente, devemos caminhar sem medo de errar e nunca deixar de dizer e demonstrar o amor pelo outro!
Muito obrigada!
quinta-feira, 31 de maio de 2018
Vida
Boa noite!
Tudo bem?
Até a passada terça-feira, dia em que foi votada a lei da eutanásia, a sociedade portuguesa esteve em sobressalto porque a aprovação desta lel poria em causa pilares fundamentais da civilização b bem como o código deontológico médico e o juramento de Hipócrates. Graças a Deus o bom senso imperou o valor da vida suplantou qualquer outro!
Hoje é o aniversário litúrgico da minha Primeira Comunhão que remonta a 2006. Estas datas fazem refletir sobre a vida e a fé, o que é fundamental para cada pessoa.
Agradeço a Deus cada dia, por me dar a possibilidade de, ao acordar ver o sol a brilhar, por me dar à força para enfrentar as dificuldades com um sorriso e por me rodear de pessoas maravilhosas!
Muito obrigada!
Tudo bem?
Até a passada terça-feira, dia em que foi votada a lei da eutanásia, a sociedade portuguesa esteve em sobressalto porque a aprovação desta lel poria em causa pilares fundamentais da civilização b bem como o código deontológico médico e o juramento de Hipócrates. Graças a Deus o bom senso imperou o valor da vida suplantou qualquer outro!
Hoje é o aniversário litúrgico da minha Primeira Comunhão que remonta a 2006. Estas datas fazem refletir sobre a vida e a fé, o que é fundamental para cada pessoa.
Agradeço a Deus cada dia, por me dar a possibilidade de, ao acordar ver o sol a brilhar, por me dar à força para enfrentar as dificuldades com um sorriso e por me rodear de pessoas maravilhosas!
Muito obrigada!
sexta-feira, 11 de maio de 2018
"Estudar Humanidades ou produzir as gerações submissas" por Margarida Miranda
Boa tarde!
Tudo bem?
Hoje partilho convosco um texto de opinião que a minha professora de História divulgou junto das turmas. O texto espelha fidedignamente a conceção generalizada que a sociedade tem acerca do estudo das Humanidades. Numa sociedade que é regida pelos grandes grupos económicos, em que a Pessoa deixou de ser o princípio e finalidade de tudo, Humanidades é considerada uma área que não dá emprego nem lucro imediato. Esta até pode ser uma verdade, contudo, quem estuda Humanidades tem uma capacidade de análise do mundo que o rodeia e um espírito crítico apuradíssimo. As Humanidades dotam-nos das ferramentas fundamentais para a vida no seu todo: interação com os outros, gestão de pessoas e situações, formulação de posições livros esclarecidas a fim de exercer uma cidadania ativa e responsável. Esta a tese defendida por Margarida Miranda.
https://pontosj.pt/opiniao/estudar-humanidades-ou-produzir-geracoes-submissas/
Espero que gostem e que, num futuro próximo, se dê o valor devido valor às Humanidades! Eu escolhi-as!
Muito obrigada!
Tudo bem?
Hoje partilho convosco um texto de opinião que a minha professora de História divulgou junto das turmas. O texto espelha fidedignamente a conceção generalizada que a sociedade tem acerca do estudo das Humanidades. Numa sociedade que é regida pelos grandes grupos económicos, em que a Pessoa deixou de ser o princípio e finalidade de tudo, Humanidades é considerada uma área que não dá emprego nem lucro imediato. Esta até pode ser uma verdade, contudo, quem estuda Humanidades tem uma capacidade de análise do mundo que o rodeia e um espírito crítico apuradíssimo. As Humanidades dotam-nos das ferramentas fundamentais para a vida no seu todo: interação com os outros, gestão de pessoas e situações, formulação de posições livros esclarecidas a fim de exercer uma cidadania ativa e responsável. Esta a tese defendida por Margarida Miranda.
https://pontosj.pt/opiniao/estudar-humanidades-ou-produzir-geracoes-submissas/
Muito obrigada!
quarta-feira, 25 de abril de 2018
44º Aniversário da Revolução dos Cravos
Bom Dia!
Hoje, Dia em que se assinala o aniversário da Revolução dos cravos, graças à qual se conquistaram direitos, hoje tidos como adquiridos, partilho convosco a música que serviu de deixa para o a arranque da Revolução: "E depois do adeus" na voz de Paulo de Carvalho:
Seguida da "Grândola, Vila Morena" que assinalou o sucesso da Revolução!
Sugestão cinematográfica para o dia de hoje: "Capitães de Abril", bastante alusivo à data!
Viva a Liberdade!´
Hoje, Dia em que se assinala o aniversário da Revolução dos cravos, graças à qual se conquistaram direitos, hoje tidos como adquiridos, partilho convosco a música que serviu de deixa para o a arranque da Revolução: "E depois do adeus" na voz de Paulo de Carvalho:
Seguida da "Grândola, Vila Morena" que assinalou o sucesso da Revolução!
Sugestão cinematográfica para o dia de hoje: "Capitães de Abril", bastante alusivo à data!
Viva a Liberdade!´
"Hoje acordei e tive uma ideia revolucionária..."
Olá a Todos!
Hoje, Dia em que se assinala o aniversário da Revolução dos cravos, partilho convosco um texto que escrevi no âmbito da comemoração do 25 de Abril de 1974 em contexto escolar. Foi proposto aos alunos que escrevessem um texto subordinada ao mote que intitula este post. Na sociedade consumista e comodista em que vivemos em que é inegável o laxismo da maioria dos jovens por terem acesso facilitado a tudo e determinados direitos como dados adquiridos, desafiaram-nos a desinstalarmos-nos e a ter uma ideia revolucionária. Comigo o resultado foi este:
Hoje, Dia em que se assinala o aniversário da Revolução dos cravos, partilho convosco um texto que escrevi no âmbito da comemoração do 25 de Abril de 1974 em contexto escolar. Foi proposto aos alunos que escrevessem um texto subordinada ao mote que intitula este post. Na sociedade consumista e comodista em que vivemos em que é inegável o laxismo da maioria dos jovens por terem acesso facilitado a tudo e determinados direitos como dados adquiridos, desafiaram-nos a desinstalarmos-nos e a ter uma ideia revolucionária. Comigo o resultado foi este:
Acredito que é possível tornar este mundo um lugar melhor, onde
seja conferido o devido valor à vida e à dignidade humana.
É possível dizer basta à discriminação, é possível combater o
preconceito se fizermos imperar os valores da inclusão, igualdade,
solidariedade, interajuda, cooperação.
Alguns consideram que não está nas suas mãos operar uma
revolução ao jeito de 25 de abril e que a sua ação não vai ser agente de
mudança, nesta medida mantêm-se comodamente instalados. Eu discordo e recuso-me
a ter esta postura perante a vida!
Evidentemente não podemos mudar o mundo, todavia podemos
contribuir fortemente para a construção de um bem maior. Está nas nossas mãos
mudar alguma coisa. Essa mudança pode ser concretizada através de pequenos
gestos como estar atento ao outro, ter uma voz ativa social e até
politicamente, ao exercermos um direito e dever de voto convicto e esclarecido,
ao alertamos para situações esquecidas, ao usarmos da palavra de forma
respeitadora mas firme cada vez que nos é concedida em diversos contextos, ao
reivindicar direitos e exigir o cumprimento dos deveres. Assim estamos a
revolucionar o mundo.
Hoje acordei e tive uma ideia revolucionária: vou fazer a
diferença no meu dia-a-dia, ser agente de mudança. Vou manifestar a minha
opinião sobre os assuntos que estão na ordem do dia. Vou contribuir para o
fomento da inclusão e para a criação de acessibilidades, alertar uma autarquia
para a necessidade de colocar rampas nos passeios, pavimento tátil, semáforos
com sinal sonoro. Denunciar as lacunas do sistema que obrigam uma pessoa a não
aceder à cultura, a abdicar do carácter sigiloso do voto ou do código
multibanco, ou até do conforto de lanchar abrigado da chuva num espaço público.
Vou
Vamos ser uma VOZ ATIVA nos âmbitos que mais nos dizem! Vamos
fazer a diferença!
Tenham ideia revolucionárias!
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