Boa tarde a todos!
Tudo bem?
Bastante tempo sem escrever tem como consequência ter vários assuntos para abordar, entre os quais: o início do ano letivo, as eleições autárquicas , a entrada em vigor da PSI.
Quanto ao início do ano letivo para mim foi um pouco atribulado, aliás, talvez por isso eu nem sequer tenha tido tempo para fazer a alusão aqui. O. 12º é um ano particularmente exigente sem dúvida de qualquer forma a minha atitude é a de sempre: dar o melhor de mim!
As eleições autárquicas... devo dizer que exerci, pela primeira vez, o meu dever e direito de voto com todo o orgulho e convicção! Isto porque considero que o sufrágio universal foi uma conquista tão difícil de alcançar que cabe-nos a nós, hoje, honrar e fazer valer o que outrora foi conquistado (nem que o voto seja nulo ou em branco. É uma questão de cidadania!
É possível requerer a Prestação Social para a Inclusão desde a passada segunda-feira com efeitos a partir de 1 de outubro como a Comunicação Social havia avançado. Quanto aos beneficiários, a informação publicada recentemente é um pouco contraditória. Há fontes que reiteram o indicado inicialmente ou seja, apenas pessoas com incapacidade igual ou superior a 80% têm acesso à Prestação. Por outro lado, algumas fontes apontam para um alargamento de beneficiários de forma a que a Prestação abranja Pessoas com grau de incapacidade igual ou superior a 60%. Enfim, aguardamos esclarecimentos.
Antes de terminar permitam-me o desabafo... Ultimamente tenho-me deparado com vários carros e motas estacionados em cima dos passeios. Curiosamente mais do que é habitual no meu quotidiano. Por que será?
Se por acaso encontrarem alguma informação sobre a Prestação Social para a Inclusão, que colmate estas duas versões aparentemente antagónicas, por favor partilhem!
Muito obrigada!
sábado, 14 de outubro de 2017
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
Albufeira 2017
Boa tarde!
Tudo bem?
Antes de mais, peço desculpa pela demora das notícias das férias.
" O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e Pessoas incomparáveis!"
Tudo bem?
Antes de mais, peço desculpa pela demora das notícias das férias.
" O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e Pessoas incomparáveis!"
Fernando Pessoa
Esta frase espelha perfeitamente a minha história com Albufeira nestes 15 anos consecutivos.
Mais um ano cheio de surpresas.
Em Albufeira sinto-me em casa É tão bom sermos recebidos pelos amigos de braços abertos, rever as Pessoas!
Também me acontece sentir que o tempo não passou porque ao cumprimentarem-me, de forma próxima e familiar parece que me viram no dia anterior. O mesmo acontece com quem nunca me cruzei: parece que nos conhecemos apesar de nunca nos termos visto. Isto porquê? Porque há sempre uma pessoa que faz a ponte. O que é muito bom e proporciona uma inclusão natural, já não caio de "pára-quedas".
Quer dizer... Mais ou menos... Há sempre surpresas! Não é!? Por exemplo, ofereceram-me uma t-shirt com a frase de Fernando Pessoa, supra mencionada, escrita e mais alguma coisa. O que me deixou em surpresas emocionada, evidentemente! Outras surpresas existiram das quais não posso falar.
Partilho convosco algumas fotogras
Muito, muito, muito obrigada a todos pelas férias fantásticas que me proporcionaram!Para quem não tive oportunidade de ver, um abraço enorme!
Mais um ano cheio de surpresas.
Em Albufeira sinto-me em casa É tão bom sermos recebidos pelos amigos de braços abertos, rever as Pessoas!
Também me acontece sentir que o tempo não passou porque ao cumprimentarem-me, de forma próxima e familiar parece que me viram no dia anterior. O mesmo acontece com quem nunca me cruzei: parece que nos conhecemos apesar de nunca nos termos visto. Isto porquê? Porque há sempre uma pessoa que faz a ponte. O que é muito bom e proporciona uma inclusão natural, já não caio de "pára-quedas".
Quer dizer... Mais ou menos... Há sempre surpresas! Não é!? Por exemplo, ofereceram-me uma t-shirt com a frase de Fernando Pessoa, supra mencionada, escrita e mais alguma coisa. O que me deixou em surpresas emocionada, evidentemente! Outras surpresas existiram das quais não posso falar.
Partilho convosco algumas fotogras
Muito, muito, muito obrigada a todos pelas férias fantásticas que me proporcionaram!Para quem não tive oportunidade de ver, um abraço enorme!
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
Praia
Olá a Todos!
como estão?
Na véspera de me despedir do Porto por 10 dias rumo a um lugar cheio de praia e mar partilho convosco uma música do mais recente álbum de Mafalda Veiga intitulado dessa mesma forma - "Praia"! Espero que gostem!
O refrão desta música espelha na prefeição o que sinto em relação à praia e ao mar! Eu preciso de me sentir livre mergulhando na imensidão daquele mar. Preciso de observar e respirar o cheiro da areia molhada e do mar. Preciso de sentir o coração a bater mais forte quando furo duas ondas seguidas!
Isto tudo para me lembrar o quanto devo estar grata pelo Dom da Vida, pelo Criador oferecer tão pura e também para me fortalecer para o Novo Ano que se avizinha.
Muito obrigada
como estão?
Na véspera de me despedir do Porto por 10 dias rumo a um lugar cheio de praia e mar partilho convosco uma música do mais recente álbum de Mafalda Veiga intitulado dessa mesma forma - "Praia"! Espero que gostem!
O refrão desta música espelha na prefeição o que sinto em relação à praia e ao mar! Eu preciso de me sentir livre mergulhando na imensidão daquele mar. Preciso de observar e respirar o cheiro da areia molhada e do mar. Preciso de sentir o coração a bater mais forte quando furo duas ondas seguidas!
Isto tudo para me lembrar o quanto devo estar grata pelo Dom da Vida, pelo Criador oferecer tão pura e também para me fortalecer para o Novo Ano que se avizinha.
Muito obrigada
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
PSI - atribuída incondicionalmente só se tiver 80%
Bom Dia!
Tudo bem?
Enquanto pesquisava na Internet veio-me ao ecrã do computador a notícia de um novo subsidio para pessoas com incapacidade, a Prestação Social para a Inclusão.
http://rr.sapo.pt/noticia/90840/pessoas_com_deficiencia_ou_incapacidade_igual_ou_acima_de_80_vao_receber_264_eurosmes - aqui está o link da notícia para quem desejar saber mais e passar da satisfação à desilusão...
Pelo menos foi o que me aconteceu a mim: ao ler de relance fiquei muito satisfeita mas depois ao ler atentamente levei com um balde de água fria, isto porquê? Porque fiquei indignada! Esta prestação é atribuída incondicionalmente. Até aqui tudo bem!
Ah esperem! Existe um "se não" Esta prestação só é concedida a pessoas com incapacidade igual ou superior a 80%. atestada e certificada! Ou seja este ínfimo pormenor exclui apenas grande parte dos cidadãos portugueses com alguma patologia. Mais, note-se que esta medida tem uma dimensão de cidadania e é designada como Prestação Social para a Inclusão o que não deixa de ser curioso tendo em conta que isto promove claramente a discriminação entre patologias e incapacidade. No fundo resume-se ao ditado "quanto menos, mais" o que é contraproducente e diminuidor.
É verdade que não sou apologista de que a atribuição de subsídios seja exclusivamente regida pelos rendimentos contudo considero que a base de 80% de incapacidade para a atribuição desta prestação é absurda quando conheço pessoas a quem o Atestamento Multiusos atribui, por exemplo, 50 ou 60% e necessitam tanto ou mais do que eu, com 85%, de apoio quer económico, quer pessoal e técnico.
Nestas situações o mais usual é que a base de atribuição seja a partir dos 60, 65% de incapacidade o que não é o ideal mas é mais razoável do que o que acaba de ser noticiado.
Em suma, o que eu sugiro é que seja feita uma avaliação personalizada e rigorosa de todos os factores para que a atribuição seja casuística e não estandardizada.
Muito Obrigada!
Até à Próxima!
Tudo bem?
Enquanto pesquisava na Internet veio-me ao ecrã do computador a notícia de um novo subsidio para pessoas com incapacidade, a Prestação Social para a Inclusão.
http://rr.sapo.pt/noticia/90840/pessoas_com_deficiencia_ou_incapacidade_igual_ou_acima_de_80_vao_receber_264_eurosmes - aqui está o link da notícia para quem desejar saber mais e passar da satisfação à desilusão...
Pelo menos foi o que me aconteceu a mim: ao ler de relance fiquei muito satisfeita mas depois ao ler atentamente levei com um balde de água fria, isto porquê? Porque fiquei indignada! Esta prestação é atribuída incondicionalmente. Até aqui tudo bem!
Ah esperem! Existe um "se não" Esta prestação só é concedida a pessoas com incapacidade igual ou superior a 80%. atestada e certificada! Ou seja este ínfimo pormenor exclui apenas grande parte dos cidadãos portugueses com alguma patologia. Mais, note-se que esta medida tem uma dimensão de cidadania e é designada como Prestação Social para a Inclusão o que não deixa de ser curioso tendo em conta que isto promove claramente a discriminação entre patologias e incapacidade. No fundo resume-se ao ditado "quanto menos, mais" o que é contraproducente e diminuidor.
É verdade que não sou apologista de que a atribuição de subsídios seja exclusivamente regida pelos rendimentos contudo considero que a base de 80% de incapacidade para a atribuição desta prestação é absurda quando conheço pessoas a quem o Atestamento Multiusos atribui, por exemplo, 50 ou 60% e necessitam tanto ou mais do que eu, com 85%, de apoio quer económico, quer pessoal e técnico.
Nestas situações o mais usual é que a base de atribuição seja a partir dos 60, 65% de incapacidade o que não é o ideal mas é mais razoável do que o que acaba de ser noticiado.
Em suma, o que eu sugiro é que seja feita uma avaliação personalizada e rigorosa de todos os factores para que a atribuição seja casuística e não estandardizada.
Muito Obrigada!
Até à Próxima!
segunda-feira, 31 de julho de 2017
É a Vida que grita
Boa tarde a todos!
Tudo bem?
Há uns dias veio-me à cabeça este refrão de uma música escutista que agora partilho:
Grita comigo que é possível
Avançar contra a corrente.
Grita comigo que é possível,
Se te tiram as palavras,
Será tua vida a que grita fortemente!
Retirem o sentido de cada frase que constitui este refrão.
Ele é um apelo a que façamos a diferença sem medo de ser ponto de rotura relativamente ao que está pré-estabelecido. Mesmo quando nos tentam calar por sermos incómodos e inconvenientes devido à frontalidade das palavras. Aí é através do testemunho da nossa própria vida que nos fazemos ouvir e marcamos una posição!
A experiência de lidar comigo mesma diz-me que não fácil ser e agir deste modo: a frontalidade incomoda aqueles que não usam dela porque quando lhes serve a carapuça e se revêem naquilo que se diz é mais fácil apelidar a frontalidade de arrogância, falta de educação ou até de diplomacia, do que assumir que se agiu de determinada forma. O mais complicado é quando algo com que não se concorda acontece mesmo debaixo do nosso nariz e uma pessoa se sente impotente por algum motivo. Nessa circunstância fica-se na dúvida qual será o melhor caminho ou o mal menor.
Todavia quem é directo, frontal, honesto e verdadeiro não sabe ser de outra forma. Sabem porquê? A consciência não deixa, não é!?
Ter discernimento para distinguir o certo do errado, o justo do injusto é o que eu peço todos os dias! Até ao momento julgo não ter perdido essa capacidade quando isso acontecer avisem por favor!
Obrigada!
Tudo bem?
Há uns dias veio-me à cabeça este refrão de uma música escutista que agora partilho:
Grita comigo que é possível
Avançar contra a corrente.
Grita comigo que é possível,
Se te tiram as palavras,
Será tua vida a que grita fortemente!
Retirem o sentido de cada frase que constitui este refrão.
Ele é um apelo a que façamos a diferença sem medo de ser ponto de rotura relativamente ao que está pré-estabelecido. Mesmo quando nos tentam calar por sermos incómodos e inconvenientes devido à frontalidade das palavras. Aí é através do testemunho da nossa própria vida que nos fazemos ouvir e marcamos una posição!
A experiência de lidar comigo mesma diz-me que não fácil ser e agir deste modo: a frontalidade incomoda aqueles que não usam dela porque quando lhes serve a carapuça e se revêem naquilo que se diz é mais fácil apelidar a frontalidade de arrogância, falta de educação ou até de diplomacia, do que assumir que se agiu de determinada forma. O mais complicado é quando algo com que não se concorda acontece mesmo debaixo do nosso nariz e uma pessoa se sente impotente por algum motivo. Nessa circunstância fica-se na dúvida qual será o melhor caminho ou o mal menor.
Todavia quem é directo, frontal, honesto e verdadeiro não sabe ser de outra forma. Sabem porquê? A consciência não deixa, não é!?
Ter discernimento para distinguir o certo do errado, o justo do injusto é o que eu peço todos os dias! Até ao momento julgo não ter perdido essa capacidade quando isso acontecer avisem por favor!
Obrigada!
quarta-feira, 19 de julho de 2017
Atenção - um recurso escasso
Bom Dia!
Tudo bem?
Na rubrica "o novo normal" da Rádio Renascença, Fernando Ilharco alerta-nos para o facto de o recurso mais escasso na actualidade ser a atenção das pessoas.
É necessário prestar atenção à atenção!
"Hoje o recurso mais escasso para o sucesso não é o capital, nem o conhecimento, nem a tecnologia. É a atenção das pessoas, diz-nos Fernando Ilharco, em conversa com Carlos Bastos. Num novo normal digital, dizemos-lhe quais as vantagens de escrever "à moda antiga". E falamos-lhe ainda do futuro do livro e de porque é que os smartphones, usados por 70% dos portugueses, podem provocar passividade, baixa auto-estima, perda de memória e baixas de produtividade." - http://rr.sapo.pt/artigo/77543/a_atencao_a_atencao_os_smartphones_a_auto_estima_e_o_futuro_dos_livros *
Neste âmbito, confesso que das coisas que mais me incomoda é eu estar a conversar pessoalmente com alguém e, por seu turno, essa pessoa estar com o seu dispositivo móvel a enviar uma mensagem, publicar ou comentar uma post no facebook ou responder a terceiros no chat. Sou confrontada com isso quase diariamente, quanto mais observo mais me incomoda. Não me refiro a uma mensagem pontual que chega quando duas pessoas estão a tomar café ou almoçar mas sim aquelas situações em que as pessoas olham para o ecrã do telemóvel ininterruptamente em vez de olhar nos olhos das pessoas durante a conversa.
Hoje em dia vale mais uma reacção a uma publicação no facebook ou um abraço? Uma mensagem rápida via chat ou uma conversa cara a cara? Um robô que executa as acções de forma mecânica ou uma pessoa com emoções? Eu escolho um abraço, uma conversa olhos nos olhos, uma Pessoa!
A tendência não é esta mas está nas nossas mãos não nos deixarmos dominar pela tecnologia mas sim sermos nós a dominá-la!
Seria incoerente da minha parte estar contra a tecnologia uma vez que é ela o meu principal instrumento de trabalho. Através de um computador eu consigo fazer coisas que de outra forma se tornariam muito mais difíceis de executar dada a minha limitação física: ler sem esforço, escrever, acompanhar uma aula, resolver problemas sem ter de me deslocar aos serviços, comunicar de forma rápida e abrangente. A tecnologia é um instrumento extraordinário indubitavelmente nem eu nem nenhum de vós, com certeza, conseguiria viver, ter qualidade de vida sem esta ferramenta.
Eu apelo simplesmente a que não permitam que a tecnologia passe do que é... uma ferramenta!
Prestem atenção a quem esta ao vosso lado fisicamente e a quem disponibiliza tempo para conversar e dá atenção! Não se esqueçam que a atenção e o tempo são recursos escassos nos dias que correm.
Obrigada!
* Link prodcast de "O novo normal", Fernando Ilharco, Rádio Renascença
Tudo bem?
Na rubrica "o novo normal" da Rádio Renascença, Fernando Ilharco alerta-nos para o facto de o recurso mais escasso na actualidade ser a atenção das pessoas.
É necessário prestar atenção à atenção!
"Hoje o recurso mais escasso para o sucesso não é o capital, nem o conhecimento, nem a tecnologia. É a atenção das pessoas, diz-nos Fernando Ilharco, em conversa com Carlos Bastos. Num novo normal digital, dizemos-lhe quais as vantagens de escrever "à moda antiga". E falamos-lhe ainda do futuro do livro e de porque é que os smartphones, usados por 70% dos portugueses, podem provocar passividade, baixa auto-estima, perda de memória e baixas de produtividade." - http://rr.sapo.pt/artigo/77543/a_atencao_a_atencao_os_smartphones_a_auto_estima_e_o_futuro_dos_livros *
Neste âmbito, confesso que das coisas que mais me incomoda é eu estar a conversar pessoalmente com alguém e, por seu turno, essa pessoa estar com o seu dispositivo móvel a enviar uma mensagem, publicar ou comentar uma post no facebook ou responder a terceiros no chat. Sou confrontada com isso quase diariamente, quanto mais observo mais me incomoda. Não me refiro a uma mensagem pontual que chega quando duas pessoas estão a tomar café ou almoçar mas sim aquelas situações em que as pessoas olham para o ecrã do telemóvel ininterruptamente em vez de olhar nos olhos das pessoas durante a conversa.
Hoje em dia vale mais uma reacção a uma publicação no facebook ou um abraço? Uma mensagem rápida via chat ou uma conversa cara a cara? Um robô que executa as acções de forma mecânica ou uma pessoa com emoções? Eu escolho um abraço, uma conversa olhos nos olhos, uma Pessoa!
A tendência não é esta mas está nas nossas mãos não nos deixarmos dominar pela tecnologia mas sim sermos nós a dominá-la!
Seria incoerente da minha parte estar contra a tecnologia uma vez que é ela o meu principal instrumento de trabalho. Através de um computador eu consigo fazer coisas que de outra forma se tornariam muito mais difíceis de executar dada a minha limitação física: ler sem esforço, escrever, acompanhar uma aula, resolver problemas sem ter de me deslocar aos serviços, comunicar de forma rápida e abrangente. A tecnologia é um instrumento extraordinário indubitavelmente nem eu nem nenhum de vós, com certeza, conseguiria viver, ter qualidade de vida sem esta ferramenta.
Eu apelo simplesmente a que não permitam que a tecnologia passe do que é... uma ferramenta!
Prestem atenção a quem esta ao vosso lado fisicamente e a quem disponibiliza tempo para conversar e dá atenção! Não se esqueçam que a atenção e o tempo são recursos escassos nos dias que correm.
Obrigada!
* Link prodcast de "O novo normal", Fernando Ilharco, Rádio Renascença
sexta-feira, 30 de junho de 2017
De um acontecimento avassalador é possível renascer a Esperança!
Boa tarde!
Os últimos dias têm sido muito agitados.Os incêndios são uma catástrofe que provocou a destruição de muitas estruturas que eram o garante da sobrevivência de muitas pessoas. Também se registaram perdas de Vidas Humanas, como todos sabemos. É um acontecimento inenarrável!
Não sei, nem me atrevo a pronunciar sobre se se poderia ter evitado que os incêndios tomassem tais proporções ou sobre a actuação das autoridades ou tão pouco sobre as responsabilidades politicas- o que tem sido discutido na Comunicação Social.
Sei sim, e levanto a voz com toda a firmeza para falar da premência de apostar na prevenção, na limpeza e cuidado da floresta, no combate ao isolamento das populações, na criação de estruturas que permitam um acompanhamento e vigilâncias às populações e locais mais expostos a este tipo de situação.
Permitam-me dirigir um Bem-Haja à Comunicação Social pela forma cuidadosa e digna como reportaram os acontecimentos ao público. Têm surgido algumas vozes críticas da actuação de alguns jornalistas. Todavia, eu recordo que não devemos julgar sem ter preceção cabal dos acontecimentos. Apesar de toda a preparação que estes profissionais têm, deve ser de uma dificuldade extrema trabalhar naquelas condições, difícil não só para o jornalista mas também para o câmara, quer a nível técnico quer humano.
Reparem, estar no terreno a fazer reportagem respeitando as indicações das autoridades de forma a não obstruir o campo de operações, ter de mostrar a realidade e, simultâneamente ser criterioso na captação de imagens e abordagem de pessoas sendo sempre prioritário respeitar a sua dor... Não deve ser tarefa fácil portando Bem-Haja!
Também à Senhora Vice-Presidente da Câmara de Castanheira de Pêra eu dirijo uma palavra de força e admiração pelo seu apelo à Comunicação Social em entrevista ao jornalista José Alberto Carvalho, no Jornal das 8 da TVI, do dia 22 Junho: "não chamem estrada da morte porque antes de isto acontecer nunca trataram a estrada do paraíso, pois não!?". A Senhora Presidente tem toda a razão!
Também o meu Bem-Haja ao jornalista José Alberto Carvalho pela forma como acolheu o apelo deixado pela Drª Paula e propôs imediatamente a designação "Nova estrada da Esperança" para a 236-1.
Eu tenho orgulho em ser Portuguesa! O Povo Português é solidário e quando se junta em prol de uma causa consegue feitos extraordinários, como o concerto "Juntos por Todos" que congregou milhares de pessoas bem como 100 estações de rádio nacionais e internacionais e as três televisões generalistas (RTP1, SIC e TVI) numa emissão comum!
Muito obrigada!
Os últimos dias têm sido muito agitados.Os incêndios são uma catástrofe que provocou a destruição de muitas estruturas que eram o garante da sobrevivência de muitas pessoas. Também se registaram perdas de Vidas Humanas, como todos sabemos. É um acontecimento inenarrável!
Não sei, nem me atrevo a pronunciar sobre se se poderia ter evitado que os incêndios tomassem tais proporções ou sobre a actuação das autoridades ou tão pouco sobre as responsabilidades politicas- o que tem sido discutido na Comunicação Social.
Sei sim, e levanto a voz com toda a firmeza para falar da premência de apostar na prevenção, na limpeza e cuidado da floresta, no combate ao isolamento das populações, na criação de estruturas que permitam um acompanhamento e vigilâncias às populações e locais mais expostos a este tipo de situação.
Permitam-me dirigir um Bem-Haja à Comunicação Social pela forma cuidadosa e digna como reportaram os acontecimentos ao público. Têm surgido algumas vozes críticas da actuação de alguns jornalistas. Todavia, eu recordo que não devemos julgar sem ter preceção cabal dos acontecimentos. Apesar de toda a preparação que estes profissionais têm, deve ser de uma dificuldade extrema trabalhar naquelas condições, difícil não só para o jornalista mas também para o câmara, quer a nível técnico quer humano.
Reparem, estar no terreno a fazer reportagem respeitando as indicações das autoridades de forma a não obstruir o campo de operações, ter de mostrar a realidade e, simultâneamente ser criterioso na captação de imagens e abordagem de pessoas sendo sempre prioritário respeitar a sua dor... Não deve ser tarefa fácil portando Bem-Haja!
Também à Senhora Vice-Presidente da Câmara de Castanheira de Pêra eu dirijo uma palavra de força e admiração pelo seu apelo à Comunicação Social em entrevista ao jornalista José Alberto Carvalho, no Jornal das 8 da TVI, do dia 22 Junho: "não chamem estrada da morte porque antes de isto acontecer nunca trataram a estrada do paraíso, pois não!?". A Senhora Presidente tem toda a razão!
Também o meu Bem-Haja ao jornalista José Alberto Carvalho pela forma como acolheu o apelo deixado pela Drª Paula e propôs imediatamente a designação "Nova estrada da Esperança" para a 236-1.
Eu tenho orgulho em ser Portuguesa! O Povo Português é solidário e quando se junta em prol de uma causa consegue feitos extraordinários, como o concerto "Juntos por Todos" que congregou milhares de pessoas bem como 100 estações de rádio nacionais e internacionais e as três televisões generalistas (RTP1, SIC e TVI) numa emissão comum!
Muito obrigada!
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